Debates, missas e visitas: como candidatos transformam Basílica de Aparecida em 'vitrine' para atrair voto católico
No país onde mais da metade da população é católica, especialistas explicam o peso eleitoral do símbolo religioso. Lula e Flávio, que disputam o 2º turno, não devem ir ao templo nesta segunda (12), dia da Padroeira.
Na última semana da campanha para o 1º turno das eleições de 2026, Nossa Senhora Aparecida foi alçada ao centro do debate político nacional. A circulação de publicações que atribuíram a Flávio Bolsonaro (PL) a intenção de retirar da Santa o título de Padroeira do Brasil, informação negada pelo candidato, provocou reações de adversários, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Justiça.
A discussão em torno de Nossa Senhora, cuja imagem fica no maior templo católico do país, no interior de São Paulo, mostra a força de um dos maiores símbolos da fé dos brasileiros. Por isso, a Basílica em Aparecida se consolidou, além de destino de milhões de romeiros todos os anos, como uma parada das campanhas presidenciais e 'palco' onde políticos acenam aos eleitores católicos.




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